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GAECO/MPRJ denuncia e obtém mandados de prisão contra integrantes do Comando Vermelho responsáveis pelo tráfico de drogas na Lapa
Publicado em Tue Mar 17 13:36:08 GMT 2026 - Atualizado em Tue Mar 17 15:07:31 GMT 2026

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) ofereceu denúncia contra integrantes do Comando Vermelho responsáveis pelo tráfico de drogas na região da Lapa, no Centro do Rio de Janeiro. Nesta terça-feira (17/03), uma operação é realizada pela Polícia Civil para o cumprimento de 28 mandados de prisão preventiva e 11 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Poder Judiciário a pedido do MPRJ.

As apurações revelaram que os traficantes operavam pontos de venda de drogas em imóveis abandonados e em locais estratégicos da região. Isso inclui áreas de grande circulação de moradores, turistas e frequentadores da vida cultural e noturna da cidade, como os entornos dos Arcos da Lapa e da Escadaria Selarón. Também foi identificado o uso de estabelecimentos comerciais como apoio logístico e financeiro ao tráfico. De acordo com a denúncia, o grupo adotava métodos destinados a dificultar a ação policial, como o monitoramento da presença de viaturas, rotas de fuga internas e sistemas de alerta.

As investigações são resultado de atuação integrada entre o MPRJ e a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), por meio da 5ª DP, no âmbito da Operação Colmeia, deflagrada em 2024. As investigações contaram ainda com o axílio da  Subsecretaria de Inteligência Integrada (SSI/PMERJ). A apuração identificou uma estrutura criminosa estável e organizada na região da Lapa, vinculada à referida facção criminosa, com divisão hierárquica de funções, uso de armas de fogo e envolvimento de adolescentes em atividades ilícitas.

Segundo o GAECO/MPRJ, a associação criminosa era liderada por Wilton Carlos Rabello Quintanilha, conhecido como “Abelha”, e por Anderson Venâncio Nobre de Souza, vulgo “Piu” ou “Português”, responsável pela chefia operacional do grupo. Ambos exerceriam o poder de mando sobre a estrutura criminosa, coordenando e supervisionando outros traficantes em diversos pontos da Lapa e em áreas adjacentes.

Por MPRJ

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